Nesse último dia 13 de junho, ETNO participou da final do Festival Parque Sucupira de MPB no campus da UnB em Planaltina DF. O Festival que contou com 280 canções inscritas premiou nesse sábado seus finalistas em um evento que vai ficar na memória do ETNO. O Festival tem como objetivo tornar conhecidos os parques ecológicos do DF, como o parque Sucupira, afim de sensibilizar a sociedade a cobrar uma atitude do poder público que não implantou de fato esses parques que estão em área de preservação. A estrutura era boa e a organização tratou com muito respeito cada um dos participantes.
O evento que tinha horário marcado para começar às 19h sofreu um grande atraso por conta da chuva que caía no local, mas nada que impedisse a realização das apresentações. Muitos trabalho excelentes foram apresentados no sábado e o ETNO, que concorria com a música “A Mesma Dor”, foi o 5º grupo a se apresentar com uma performance que durou aproximadamente 7 minutos. As apresentações aconteceram da seguinte forma:
1ª – Aroldo Moreira
2ª – Máximo Mansur
3ª – Kleuton e Karen
4ª – Zé do Pife e as Juvelinas
5ª – ETNO
6ª – Vytória Rudan
7ª – Malwe Djow
8ª – Sambernéticos
9ª – Martinha do Coco
10ª – Diga How
ETNO ficou em 1º lugar e a música “A Mesma Dor” está em uma coletânea que vai rodar todas as rádios independentes do Brasil. O mais legal foi sermos premiados em um fesival de MPB. Vários eram os grupos que tocavam música regional, mas o ETNO sempre acreditou que o Rock também faz parte da música popular e esse prêmio comprova isso.
A premiação ficou assim:
1º lugar – ETNO
2º lugar – Martinha do Coco
3º lugar – Kleuton e Karen
Júri Popular:
Melhor banda – Martinha do Coco
Melhor Música – Quem lê, viaja (Diga How)
O ETNO agradece a todos que fizeram parte de mais esse momento importante na nossa carreira.
Mais informações sobre o festival em: www.festivalparquesucupira.blogspot.com
O Parque Sucupira foi criado em 23/12/1996, pela Lei Distrital n.º 1.318. Possui 250.000 m2 e situa-se no perímetro urbano de Planaltina-DF. A vegetação é constituída por cerrado, mata ciliar do Ribeirão Mestre D’armas, do córrego Fumal e nascente do córrego Buritizinhos; árvores frutíferas nativas do cerrado como pequi, jatobá, araticum, cagaita, e outras, que são resultado de degradação antrópica, como a mamona.